GOR NA TERRA


01/07/2006


"A escrava, em sua excitação e beleza, é uma personificação da sensualidade, do amor e da servidão" (Vagabonds of Gor)

Escrito por tavi às 12h00
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29/06/2006


THE NEED DANCE...Dança Goreana.

 

Em online Gor é muito comum um Master ordenar que Suas kajiras façam uma descriçao de como dançariam para Ele. Na verdade o que é oferecido nesses casos é a beleza do texto, que, como uma poesia e como o online serve, agradam e estimulam. Também é uma chance que a kajira tem de expressar seus sentimentos e emoçoes. Atravez da dança, ou da descriçao dos movimentos e da expressao das reaçoes emocionais que tem ao faze-lo a kajira deixa a mostra seus traços, fisicos e psicológicos.

Existem várias danças Goreanas e cada uma tem suas caracteristicas. Uma delas é a needs dance. Nela a kajira deve se focar em expressar o desejo que tem em servir e ser considerada agradável. Segue a minha NEED DANCE, que é a proosito, meu tipo de dança goreana favorito.

 


 

tavi é levada para a pequena arena. Duas outras escravas seguram seus braços suavemente, sorrindo. O Hall está silencioso, exceto pelo barulho das correntes pesadas que restringem temporariamente seus movimentos.A menina a sua direita solta seus pés enquanto a outra ajeita carinhosamente seus longos cabelos loiros. tavi sorri timidamente, e levanta seu olhar,decorando a imagem de seu Dono. Ele nao sorri. Apenas espera... ela sente seu corpo tremer por um instante. Sua mente grita, implora por um sinal que seja de aprovação. Ele permanece impassível. tavi abaixa a cabeça.
Do hall se escuta o som da percussão. Batidas inicialmente suaves, como o ritmo de um coração calmo que repentinamente torna-se violento. Uma escrava de olhar malicioso sorri em suas sedas amarelas e poe seus lábios vermelhos sob a flauta, soprando notas belas e precisas.
tavi fixa seus olhos castanhos vacilantes nas botas de seu Senhor. A musica aos poucos a faz movimentar-se lateralmente. Seu corpo torna-se uma onda em busca do balanço perfeito e agradável para aquele que a domina. As mãos sobem, percorrendo vagarosamente todo seu corpo, como se o mostrasse, oferecesse... seus pulsos frágeis se cruzam acima da cabeça e ela então permite que a batida instigante da canção tome conta dos seus sentidos.

Olhos fechados, lábios molhados, ela dança pra Ele, ignorando o cheiro dos outros homens que assistem ao redor. Entre dezenas de cheiros está o Dele, único, sedutor. Tomada por desejo ela sente-se por um minuto a mais suja e desprezível das escravas, dançando seus instintos mais baixos, mais impuros. Então seus dedos tocam seu pescoço. A coleira a lembra que sendo Dele, ela pode ser ela mesma, na sua virtude e em seu cio. Então ela sorri com liberdade e seus olhos se cruzam com os Dele. Ele observa atentamente o leve momento dos seios nus de sua escrava.
Ela vira-se de costas repentinamente. Assim permanece, movendo-se pra cima e para baixo... olhando pra traz de tempos em tempos, percebendo que Ele agora sorri. Seu desejo de agrada-lo grita satisfeito. Ela gira em êxtase, deslizando suas coxas uma sob a outra, já molhadas de suor e desejo. O fogo ilumina seu corpo claro e rosado, enquanto ela se livra do pequeno pedaço de seda vermelha, expondo para Ele o que Ele conhece tão bem. Seu pé direito toca o joelho esquerdo, formando um triangulo provocante e ela então ajoelha-se, ainda movendo-se ao ritmo agora frenético da musica. As batidas finalmente fundem-se com o som de seu próprio coração cativo.
Ao chão, ela arrasta-se até estar aos pés de seu Senhor. Os cabelos balançam com cada movimento, ondulando, como se dançassem também. Ela dança inteira, cada parte de seu corpo entrega-se finalmente ao desejo e ao medo que tem de não ser boa o suficiente... Os olhos inseguros se enchem de lágrimas... os lábios molham-se de vontade de servir. Dividida entre a felicidade mais completa e o temor, ela estende sua mão na direção do seu Senhor e como se sua vida dependesse disso, implora:
- Máster, por favor, use Sua menina essa noite

 

Escrito por tavi às 17h57
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Oásis

 

Oásis

Dono, sou Tua, me usas...
Me faz teu oásis, teu manto
Me cobre de beijos, de pranto
Redescobre em mim tua paz

Desconta em mim tua raiva,
Me faz teu amor, tua escrava
Me negue, me queira, me salva
Me deixa pedindo por mais...

Tira de mim o teu gozo
Como se o roubasse do meu corpo
Que implora em vão por descanso
E que chora, pois não quer parar...

Depois, satisfeito, me sente
Te apertando em mim, mais uma vez
Relembrando tudo o que se fez
E com meu corpo dizendo “Obrigada!”

Escrito por tavi às 01h17
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